Inaugura-se o blog do Ministério Justificados!

Está oficialmente Inaugurado o blog do Ministério Justificados! Saiba agora o que faremos aqui e como você pode ajudar!

Afinal de contas, porquê eu vou querer entregar minha vida pra Deus?

- "A vida é minha e eu cuido dela!" - Este pensamento acompanha nosso íntimo mesmo quando negamos isso, entenda porquê devemos entregar nossa vida à Deus neste post em forma de estudo.

E se Deus te perguntasse: Você me ama?

Jesus já havia aparecido para Maria, para Tomé e agora Jesus aparece pela terceira vez aos sete discípulos que estavam pescando. Entre esse sete esta Pedro.Temos neste estudo 3 lições importantíssimas que Deus nos mostra através de Pedro.

O que estamos fazendo com o Livre Arbítrio?

Livre Arbítrio... Você já ouviu tantas vezes sobre isso, mas já parou para pensar no tamanho desse termo, no quão importante ele é e no que estamos fazendo com ele?

15 de junho de 2013

Perfeição - Supostos Santos e Pecadores Letais

"¹Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. ²Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados e encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça. ³Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue, e os vossos dedos, de iniquidade, os vossos lábios falam mentiras, e a vossa língua profere maldade." Isaías 59:1,2 e 3.

    Nós, de alguma forma, temos pensamentos muito errados sobre nós mesmos. Sim, ainda defendo que todos somos diferentes, mas temos algo em comum. Temos alguém em comum.
    Uns se acham bonitos, feios, capazes, incapazes... Uns se acham santos, outros se acham pecadores letais. Estamos errados sobre nós mesmos.

    Já diz em Isaías, Jó, Mateus, Salmos, qualquer lugar que você procurar atentamente: não somos dignos. Nunca seremos. Somos pecadores, isso está certo porque foi Deus quem disse.
    Não somos dignos do que Deus oferece à nós. Não somos pelo simples fato de sermos humanos. O que Deus nos oferece é vida. Uma vida que não valorizamos.

   Algumas pessoas, os supostos santos, pensam que podem comprar um lugar no céu, e não estou falando do século XV não. Pensam que devemos ser lindos para Deus nos amar. Que só podemos buscar a Deus quando estivermos limposlivresdignos... Acham que Deus é um homem de negócios. Pensam que podem sair por aí dizendo quem pode e quem não pode entrar no céu, por cor da pele, acessórios, roupas, cabelo, ideais. Acham que todos tem de ser perfeitos pra Deus.

   Outro tipo de pessoa, agora os pecadores letais, são aqueles da famosa frase: "Se tudo está ruim, mais uma besteira não vai fazer diferença" e a usam como desculpa para pecar. Pecam e choram. Se julgam sujospresosindignos... Acham que Deus nunca vai amá-los. Acham que salvação tinha tempo limitado, que não passaram no "vestibular de Deus" e que não há cotas. E então se jogam de vez. "Não tenho mais jeito", "Eu faço tudo errado", "Não mereço Deus". Acham que todos tem de ser perfeitos pra Deus.

   A frase repetida nos dois parágrafos não foi distração minha. A falsa ideia de perfeição está nos dois tipos de pessoa.
   
   Á esses tipos, não há meio algum de ser perfeito. Nunca seremos dignos do amor que recebemos, repito. Eles acham que precisam se fazer dignos para merecer o amor de Deus. Essa mentira é uma armadilha. É claro que temos que "andar na linha", não estou dizendo que não tem problema pecar. Claro que tem, mas não precisamos fazer negócios e a salvação não tem limite.
   Pecamos porque vivemos no pecado, mas não somos feitos do pecado. Deus nos fez e nos mantém vivos. Não podemos ser perfeitos pois o único ser perfeito que andou nessas terras foi Jesus, não há outro, nunca haverá. 
   E a perfeição de Deus é tão bonita que queremos ela. Achamos que vamos conseguir ser como ele. Devemos ser imagem e semelhança dele, mas não conseguimos. Por que? Somos humanos. 


"Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal. Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus." Tiago 3:8 e 9.


    Deus nos traçou para sermos perfeitos, mas aderimos ao pecado. E sabe o que é mais impressionante? Ele ainda nos ama! Você conseguiria amar pessoas ingratas? 

Ainda existe salvação!


   Deus não nos joga fora. Ele não pede que você seja digno dele, ele não pede que você seja perfeito, ele não pede que você seja limpo e puro. Ele só quer que você vá até ele, sem passado, e aceite o futuro que ele te dará. 

"Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo algum jogarei fora aqueles que vierem a mim." João 6:37 (NTLH).

   Ele te aceita porque te ama, não porque você é digno de seu amor. Acredite, você tem um lugar no céu e é você que vai alcançá-lo. Com suas ações, com seus pensamentos. O que você anda amando?

"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra." Gênesis 1:26.

God Bless.




25 de abril de 2013

Thalles Roberto, Rodolfo Abrantes e Pregador Luo afirmam: "Religiosidade atrapalha o gospel”


    No mesmo assunto; Thalles Roberto, Rodolfo Abrantes e Pregador Luo dão entrevista falando sobre a religiosidade no meio Gospel, a carreira de cada um e a própria definição sobre o que é a música Gospel (ou o que não é...). São apenas 8 minutinhos, vale a pena conferir ;)

22 de abril de 2013

Aquela História que todo mundo conhece


   O protagonista da história nasce em uma residência simples, com pais amáveis e com dificuldades financeiras. Ele cresceu em uma cidade pequena, onde recebeu uma boa educação de sua família, e aos 17 anos vai para uma metrópole cursar Direito. Tudo é novo, tudo é grande, a diversão é mais divertida, a dificuldade é mais esmagadora, porém ele gostava do que era novo pois isso o desafiava a viver cada vez mais. Foi com o convite de uma amiga qualquer que nosso protagonista conheceu uma igrejinha sem placa nem piso, e foi nessa igreja que ele conheceu o amor, a fé e aquela que seria sua companheira eterna.

   Dois anos para terminar a graduação e o dia mais feliz da vida dele chegou. O terno não era o mais caro, a festa não foi a mais divertida, mas também não importava, o mais precioso naquela noite era os dois segundos gastos para dizer "aceito". O primeiro ano não foi fácil, até teve que trancar o curso. Dois anos depois, já com filhos, conseguiu continuar sua graduação. Com dificuldade sua família cresceu, até que a situação financeira se estabilizou. Nunca deixou de dar dízimo, educou os filhos conforme a Bíblia direcionava e foi um Advogado respeitável. Conseguiu uma boa rede de clientes e em dez anos já tinha mais bens que muitos não conseguem durante toda a vida. Aos 36 anos sua vida estava perfeita, e ele amava dizer como Deus era bondoso e misericordioso.
    Foi então que um de seus filhos ficou doente. Como um ladrão o câncer levou sua jóia caçula antes mesmo de ensiná-lo a dirigir. Foi difícil, ele clamou conforto à Deus e o conforto veio como uma aceitação. Porém, seu filho mais velho se revoltou contra Deus e passou a viver como se não houvesse amanhã... até que não houve. Dois filhos arrancados de seus braços, e metade da vida ainda para carregar esse peso. Novamente as noites se tornaram invernos longos, e seu travesseiro tomava mais banhos que o cãozinho da família. Ele dizia todos os dias aos colegas de trabalho que Deus era bondoso e misericordioso, mas os colegas já duvidavam de sua sinceridade. Um tempo depois, ainda se recuperando das perdas, eles se mudaram. Uma vida nova em um lugar que não corroesse a mente com lugares que despertavam lembranças de dias nunca vividos. Cidade nova, amigos novos, igreja nova. Tudo estava bem, menos o emprego. Nesta região sua esposa não conseguia emprego e ele não tinha contatos, em apenas um ano eles tiveram que vender a casa e praticamente todos os bens. A vida ainda caminhava, com poucos clientes ele conseguia manter uma casa mediana e sua mulher ajudava no escritório improvisado em um quarto.
    Aos 43 anos ele e a mulher conseguiram juntar um pouco de dinheiro para viajar. Uma viagem que custou muito mais que o dinheiro. Durante a viagem um pequeno mal estar o fez ir à um hospital local, que direcionando-o à um médico específico informou sobre um câncer (o mesmo que carregou seu filho). Segundo o doutor, os traumas passados durante os últimos anos aceleraram a doença e ele tinha, no máximo, cinco anos para desfrutar deste mundo. De volta a sua casa, sua mulher chorava não só por ele, mas por toda a vida dos dois. Apesar de tudo, eles não eram tristes pois estavam juntos. Os amigos apoiavam, os dias sorrindo eram mais lembrados que os dias chorando. Três anos passados e praticamente todo dinheiro que os dois conseguiam era gasto com o tratamento sem resultados do câncer. Na igreja, todos oravam por ele, e ele glorificava a Deus. Em seu aniversário de 50 anos lhe restava apenas um de vida. Como todo dinheiro ganho no emprego era gasto nos remédios (que agora eram só para tirar a dor, não para tratar), o casal passou a viver de favor e por doações. Em um dia comum eles estavam conversando com amigos e, após conversarem sobre experiência e velhice de cada um, nosso protagonista disse que agradecia a Deus pelos 50 anos que ele tinha vivido até aquele momento. Logo após chegarem em casa, uma discussão de relacionamento causou espanto em sua esposa, e em sua revolta ela gritou "Como você pode agradecer por essa vida de merda? Tínhamos tudo e agora não temos nada!". Ele, aos prantos, disse "Eu nunca deixei de adorar a Deus, e ele nunca deixou de me amar. Não vou reclamar da vida que ele me deu, e independente do que ele faça comigo, ele ainda é bondoso e misericordioso, pois através de tudo que passamos até hoje ele me usou para falar do nome dele. Não quero saber se ele me tirou algo, não quero saber se ele me dará algo ou se apenas me matará nos próximos meses, se essa é a vida que Deus planejou para mim, essa será a vida que terei". E assim a última pessoa que lhe restava de sua juventude o abandonou.

     Eram seus últimos 4 meses, e ele não pensava em esperança, apenas em . Sua igreja, apesar de tudo, ainda orava toda semana por ele. Seis meses se passaram, e um exame revelou que seu câncer estava regredindo. Pelos próximos seis anos um testemunho foi pregado em todos os lugares que ele pisava os pés. Em um destes, conheceu uma senhora para chamar de esposa. Juntos, os dois passaram outros 30 anos viajando e contando à todos que tinham ouvidos o que Deus havia feito. Fundaram durante este tempo uma ONG que cuidava de crianças com câncer, intitulada com o mesmo nome do filho caçula perdido. Milhares de crianças foram curadas do câncer mesmo após a morte dele, e inúmeras pessoas ouviram o nome de Jesus pela história de vida do protagonista.

     O nome do Protagonista é Jó, e ele não pensou em ganhar mais do que tinha perdido, mas sim confiou que independente de como seria sua vida, ele apenas iria obedecer e agradecer à Deus por tê-la dado, usando todas as oportunidades que tinha para falar do nome de Deus.

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Peço que ninguém analise a história ao pé da letra comparando com a história original. Apenas adaptei ela à realidade de hoje para mostrar um lado do Livro de Jó que o "Evangelismo Capitalista" de hoje não mostra. Meu irmão, se você está numa cova não fique pensando que ela só existe para que depois Deus te dê em dobro. Não barganhe sofrimento por bênção. Tenha , e independente do que aconteça agradeça a Deus pela experiência que ele está te ensinando, pedindo oportunidades para falar do nome dele. Claro, isso não quer dizer que devemos nos conformar com o sofrimento, pelo contrário, devemos pedir a Deus o que queremos entendendo que se Deus não nos der algo é porquê não podemos ter aquilo para cumprir a vontade dele, e que todo sofrimento que passamos serve para crescermos.

A Deus seja toda a Glória.

Autor: Guilherme Stecanella

9 de abril de 2013

FÉ, não acredite por acreditar.



    Fé. No original, האמונה, é engraçado uma palavra que em Hebraico contém 6 letras seja traduzida para o português em meras duas, considerando ainda o tamanho de seu significado... Mas qual o significado da Fé?

   Vamos lá, rapidinho. Em dois minutos pra você aproveitar sua xícara de café: O que é a fé cega e a fé cristã:

Locke era um cara que tinha uma fé cega.
Se você assistiu LOST lembra como isso acabou...
    A fé cega é, infelizmente, aquela que crescemos ouvindo tanto na cultura popular quanto na igreja. É aquela fé que você não consegue explicar exatamente, o "acreditar no invisível". É acreditar numa verdade sem ter provas dela. É um significado injusto, autoritário, e antibíblico. Segundo a fé cega, o significado da fé se resume apenas em crer. Crer em Deus, crer em algo, acreditar que aquilo vai acontecer. "Tenha fé" na cultura popular e em cima de muitos púlpitos é o mesmo que "Acredite nisso". Veremos mais a frente que o sentido bruto pode ser este, mas a Bíblia não é um dicionário, Deus nos ensina por completo como amar e confiar nele, necessitando também do "crer". Porém apenas crer em Deus não é ter fé nele, apenas crer não basta, como a própria Bíblia diz:


“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem.” - Tiago 2:19

    A fé Cristã, ao contrário da fé cega, se baseia na confiança do filho em seu pai, do respeito e temor do servo em seu Senhor. A fé Cristã confia que Deus sabe de todas as coisas, conhece nossos maiores anseios e tudo que acontecerá, então podemos descansar nele e simplesmente confiar que a vontade dele será feita. Isso não é crer no invisível, é entender que, como Deus conhece todo o tempo e tudo que pode acontecer, tentar fazer as coisas do nosso jeito se torna tolice. Mas é aí que vêm a parte mais difícil para o cristão jovem: Se a fé é confiar que Deus fará o melhor para você, então quando você enche sua prova de fé sem ter estudado nada para ela não vai ter aquele milagre da fé que você esperava... A fé faz sim milagres, vemos isso dezenas de vezes no evangelho, porém entenda que foi a fé (a confiança plena que Jesus faria o certo) em Jesus que fez a pessoa ser curada. Devemos entender que somos limitados pelo tempo (farei um post sobre isso logo mais), não sabemos o que vai acontecer amanhã, porém Deus já sabe o que vai acontecer amanhã e durante toda a existência, e claro, se ele sabe isso, também sabe o que você deve passar para aprender algo, sabe o que você deve ganhar, o que não deve ganhar para não aumentar seu ego, sabe como resolver seus problemas (ou como esperar eles passarem), enfim; Qual a lógica de sabermos tudo isso e ainda querermos confiar em nosso próprio discernimento, em nossos próprios atos? Confie em Deus! Deixe que ele faça a vontade suprema e agradável do amor dele na sua vida, TENHA FÉ.
"Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos." - Hebreus 11:1
(E o que esperamos? A VONTADE DE DEUS ORAS! E detalhe para as coisas que não vemos que não são exatamente aquelas que queremos.)
       É por isso que a Bíblia diz que somos salvos pela fé em Jesus, pois temos a plena confiança e certeza de que ele, filho de Deus, desceu ao mundo para, a partir daqui, sofrer o pecado de todos aqueles que o reconhecem e o aceitam como salvador e senhor, afim de justificar nossa salvação com o Pai.

    Apenas para finalizar:  Se você fica tranquilo quando deixa seu carro no mecânico, é porque sabe que ele entende tudo que pode estar errado ali e vai dar um jeito. Se você acredita que Deus pode todas as coisas, fique tranquilo e deixe ele fazer a vontade dele sobre tudo aquilo que você deseja. Isto é ter fé.

A Deus seja toda a Glória.

Autor: Guilherme Stecanella

21 de março de 2013

POR QUE NÃO DEVEMOS CELEBRAR O DIA DE FINADOS?

O dia de finados foi instituído no século X por Santo Odílio, abade beneditino de Cluny, na França, para os mosteiros de sua ordem especificamente, até que a igreja católica universalizou a data.


Conforme o Monsenhor Arnaldo Beltrami, o dia de finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o dia do amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá jamais. Para Beltrami, finados é a celebração da vida eterna que não vai terminar nunca, pois a vida cristã é o viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
De acordo com a doutrina romanista, no dia de finados, os católicos não festejam a morte, mas a certeza da ressurreição. Em cada sepultura vê-se a imagem da páscoa cristã e a promessa da vida eterna, como vontade e desejo de Deus.
Desde o século I, os cristãos (católicos) rezam pelos falecidos. Visitavam os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século IV, já encontramos a memória dos mortos na celebração da missa. Desde o século V, a igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava, até que no século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano pelos mortos.
A partir do século XIII, esse dia anual por todos os mortos passou a ser comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro se realiza a festa de todos os santos. O dia de todos os santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O dia de finados celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração do dia de todos os santos, devendo-se acender uma vela no cemitério para simbolizar a vida eterna do falecido.
Para os católicos, dizer que quando uma pessoa morre acabou não é verdade. Crêem que o testemunho de vida daquele que morreu fica como luz acesa no coração de quem continua a peregrinação. Esse é um dos significados da vela que se acendem nos cemitérios: a luz do irmão não se apagou. A luz da fé reacende a chama dos corações. No dia de finados, ao acenderem velas, os católicos buscam para si a iluminação interior que, sabemos pala Palavra de Deus, só é encontrada em Cristo Jesus, João 12:46.
REFUTAÇÃO BÍBLICA
Por essas considerações doutrinárias e informações históricas, creio que os verdadeiros cristãos não devem celebrar o dia de finados. Não há certeza de ressurreição sem Cristo e não há possibilidade de vida eterna sem que haja fé salvadora no coração enquanto vivos, João 3:16; João 11:25-26.
A Bíblia é clara ao asseverar que após a morte só nos resta o juízo de Deus, Hebreus 9:27; Mateus 25:31-46, alertando para o fato de toda e qualquer decisão por Cristo deve ser tomada em vida. Não há base bíblica para se orar, rezar ou se penitenciar pelos mortos, mas sim um mandamento imperativo de Jesus para se proclamar o evangelho para os vivos, Mateus 28:19-20.
É verdade que o amor pelos entes queridos não cessa com a morte da mesma forma que é verdadeiro o fato de que o testemunho daqueles que morreram também não cessa com o sepultamento, Hebreus 11:4. Porém, acreditar que os mortos estejam na sepultura, no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação é prova de total desconhecimento da Palavra de Deus. Infelizmente este engodo é fomentado pelo romanismo, bem como por alguns seguimentos ditos evangélicos, mas devemos rejeitá-lo com veemência bíblica.
A Palavra de Deus assevera que a salvação é alcançada a partir do arrependimento, conjugado a fé incondicional em Jesus, Atos 3:19; Romanos 3:21-26, razão pela qual devemos compreender e aceitar a dura realidade da perdição eterna daqueles que amamos, mas que morreram sem Cristo. Se não proclamamos ou se não testemunhamos de Jesus durante a vida de nossos estes queridos, não adianta chorar ou se penitenciar e nem mesmo acender velas ou reformar sepulturas, no dia de finados. Não deixemos escapar as oportunidades de tentar conduzir nossos familiares a Jesus enquanto vivos, para que o sangue destes jamais esteja em nossas mãos (Ezequiel 3:20).
Amados irmãos e irmãs, não devemos celebrar o dia de finados, mas sim proclamar vida que Jesus deseja oferecer aos nossos entes queridos a partir do nosso testemunho e da pregação do evangelho verdadeiro que vivenciamos em nosso cotidiano.
Assim como Jesus asseverou que cabe aos mortos cuidar e sepultar os seus mortos, Lucas 8:59-60, devemos transformar todos os nossos dias em dias de vida em Jesus. Assim sendo, pela fé e motivados pelo nosso testemunho, nossos familiares e amigos encontrarão vida em Jesus.

1 de março de 2013

Por que temos que morrer?

Num dia de finados, uma garotinha que fora ao cemitério do Caju, no Rio de Janeiro, visitar o túmulo da avó, perguntou à sua mãe: “Mamãe, porque a gente tem de morrer?” Por mais que tentasse alinhavar as palavras a mulher não conseguia dar uma resposta satisfatória à filha. E, assim, sem entender por que o ser humano tem de morrer, ambas choraram ante o túmulo do ente querido.

O que a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, tem a dizer a essa pergunta?

A morte é conseqüência do pecado. Deus não criou o homem para que este viesse a morrer. No entanto, por causa do pecado, a morte entrou no mundo, passando a vitimar, indistintamente, homens, mulheres e crianças. O pecado de Adão, o primeiro ser humano, foi transmitido a toda a sua descendência.
Para que ninguém pense que a morte é uma injustiça da parte de Deus, a Palavra de Deus enfatiza de modo claro essa verdade:

Porque todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus. Romanos 3.23

A morte que acabou com a morte. Bem, agora você já sabe porque a gente tem de morrer, há outra importante noticia para você: Jesus Cristo veio ao mundo para destruir a maldição da morte. Depois do pecado de Adão, não apenas a morte física entrou no mundo; todos os seres humanos ali mesmo foram condenados à morte Espiritual: separação de Deus que se tornará a uma separação eterna para aqueles que rejeitaram a obra de Cristo na cruz.

Entre tanto a Palavra de Deus diz:

Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para todo aquele que Nele crê não pereça, mais tenha a vida eterna João 3.16

Sim, Jesus morreu na cruz para que você e eu tivéssemos a vida eterna.
A morte de cristo acabou com a morte! Ele a venceu, ressuscitando ao terceiro dia. Para que você possa desfrutar a vida eterna, só lhe é necessária uma coisa, uma única coisa: aceitar a Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador. 

Ele é a ressurreição e a vida!

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